“Isso trazia consequências muito ruins. Acontecia de uma decisão que determinava um prazo de poucos dias para determinado ato, ser uma decisão agravável e não ser respeitado, por exemplo, o prazo em dobro para a Defensoria. Daí o processo acabava saindo da “mesa” sem que o defensor tivesse agravado e sem sequer tomar conhecimento disso. Como a quantidade de processos que vai para o defensor é grande, acabava passando batido e isso pode trazer um prejuízo muito grande aos assistidos”, ressaltou a defensora Iara Bonazzoli, coordenadora de Atendimento da Execução da Penal e Estabelecimentos Penais (CAEPEP), presente na reunião.Ela acrescentou que a reunião culminou em diálogos muito produtivos, com a disponibilidade do DMF/CNJ para a realização de uma nova capacitação no SEEU, além de sugestões da comissão para a melhoria do sistema, como a criação de alertas visuais quando se aproximar o fim dos prazos.