De acordo com o DPG Ricardo Barros, técnicos da Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado (Suplan) chegaram a vistoriar a área e concluíram que a demolição do prédio é a decisão mais acertada, considerando o estado de deteriorização das instalações. A Prefeitura Municipal de João Pessoa já se prontificou a realizar a demolição, sem custos para a Defensoria Pública.“Infelizmente se tornou inviável a reforma do prédio depois de tanto tempo de abandono. A estrutura está muito deteriorada e ficou inviável a adequação do prédio às necessidades de qualquer órgão público. Por isso a necessidade de adequar o termo de cessão. Os representantes da SPU foram extremamente receptivos ao pedido da DPE, compreenderam a importância deste equipamento e apóiam sua instalação naquele espaço. Eles vieram até aqui para nos orientar sobre os trâmites do processo e os documentos a serem anexados”, explicou o DPG.
O superintendente Arthur Navarro ressaltou que a iniciativa da Defensoria é muito importante e louvável, porque dá a devida utilidade social a um prédio que estava abandonado e sem perspectiva de retorno para a sociedade. “Ao atender o pleito da Defensoria, teremos um órgão que vai trazer prestação de serviço e inúmeros benefícios para a sociedade a partir da instalação da Casa da Mulher Brasileira”, disse,. A coordenadora da SPU reforçou a importância de dar novo uso ao prédio: “A nossa equipe está muito empolgada com essa perspectiva de uso do imóvel e o fornecimento do serviço público para a população, atendendo principalmente a população que mais precisa de amparo. O processo está na fase de análise de documentos pra justificativa da demolição e nós acreditamos que em um curto período de tempo já teremos uma sinalização positiva para que a gente possa regularizar e adequar o processo à Casa da Mulher Brasileira”, disse Ana Cristina.