Dos 1.740 apenados, cerca de 1,2 mil são assistidos pela Defensoria Pública. A penitenciária, contudo, possui capacidade para 609 presos. “Diante da superpopulação carcerária no presídio, essas visitas também se fizeram necessárias para a avaliação das condições dos presos. Pudemos constatar a necessidade de colchões, roupas, alimentação, medicação, entre outras. Além de atualizar o trabalho que vem sendo feito desde julho de 2018, com a retirada de documentação dos presos que não possuem”, ressaltou a gerente da Geepapa, Waldelita Cunha.A Penitenciária Silvio Porto abriga os apenados em cumprimento de pena. Após a análise dos dados coletados, a Defensoria Pública solicitará ao Judiciário eventuais benefícios, tais como progressão de regime, semiaberto, aberto, livramento condicional e remição de pena e outros. As visitas dos defensores públicos tiveram início no dia 29 de agosto. Além daqueles que atuam na esfera penal, a comitiva da DPE também contou com a presença da coordenadora do Núcleo de Mediação em Saúde da DPE, Remédios Mendes.