“Quero agradecer a Defensoria Pública, em especial a defensora Elizabeth Miranda, por realizar meu processo de divórcio. Mesmo nesse tempo delicado de pandemia, foi possível buscar a Justiça e sermos atendidos com prontidão. Agradeço a disponibilidade em tirar nossas dúvidas e acredito que isso foi essencial para que o processo acontecesse tão rápido, tendo em vista que o pai do meu filho está no navio, em serviço. Somos muito gratos”, agradeceu Cryslayne.As sessões de conciliação têm acontecido de forma virtual em razão da pandemia de Covid-19. Antes das medidas de distanciamento, as sessões das varas de família e cível só aconteciam de forma presencial. "O criminal inovou mais cedo em relação ao uso de videoconferência, mas nas áreas cível e de família se intensificou realmente com a pandemia. E acredito que veio para ficar", destacou a defensora Elizabeth.
SEM FRONTEIRAS – Desde o início da pandemia, a Defensoria Pública precisou adaptar a forma de atendimento ao assistido com o uso das novas tecnologias de comunicação. Com a Mediação não foi diferente. As sessões se tornaram mais facilitadas, já que não há a necessidade de comparecimento presencial. Assim, os defensores têm referendado e a Justiça homologado muitos acordos em que pelo menos uma das partes está fora do estado e até do país.
Há cerca de um mês, a defensora Elizabeth realizou um acordo de conciliação de pensão alimentícia em que o pai do menor estava na cidade alemã Greiling, enquanto o adolescente estava em casa, no bairro de Mangabeira. "O final dessa ação foi excelente para todos. Esses casos mostram que a pandemia encurtou fronteiras e que a tecnologia nos leva a qualquer lugar. Isso também permite que a Defensoria Pública esteja presente onde quer que necessitem de assistência jurídica", comemorou a defensora.