“O ANPP é um instrumento importantíssimo para a promoção da justiça no país e a Defensoria Pública tem todo o interesse de colaborar com a sua efetividade na Paraíba. Convocamos os nossos membros para discutir a atuação do defensor público nesse contexto, já que somos parte indispensável dos acordos, quando o indiciado é um cidadão hipossuficiente e não pode pagar um advogado”, explicou o defensor público-geral da Paraíba, Ricardo Barros.O corregedor Alípio Bezerra destacou a parceira e o diálogo entre a DPE-PB e o MPPB, em especial entre as corregedorias, e explicou que a reunião teve o objetivo de alinhar os procedimentos e ações para a efetivação dos acordos. “O MP criou um procedimento único e uniforme para os promotores e veio até aqui compartilhar conosco para que a Defensoria também possa se organizar para acompanhar o MP a produzir esses acordos, já que a presença de um defensor ou advogado é indispensável nestes casos”, pontuou Alípio.
O promotor Rodrigo Pires ressaltou que a recomendação do órgão repassada aos promotores de Justiça está em processo de construção. “A gente vai aguardar alguma dificuldade que esteja acontecendo, que seja repassada pelos defensores à Corregedoria da instituição – com quem temos um canal aberto, para que a gente possa ajustar também no MP alguma dificuldade que esteja impactando, onerando ou inviabilizando os ANPPs”, afirmou.